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sexta-feira, 21 de agosto de 2020

Astronomia #4

 https://youtu.be/MzLq48FY_H8


Há uma demonstração matemática da existência de Deus desenvolvida por Roger Penrose


sábado, 15 de agosto de 2020

A vida e seus paradigmas

A busca interplanetária que estamos empreendendo, deve nos levar a um conceito revolucionário e muito mais amplo, do mais extraordinário fenômeno que conhecemos no universo físico: Vida.


É natural que busquemos identificar manifestações de vida qual a conhecemos.

O campo que conseguimos devassar é infinitamente pequeno diante do espaço universal que se desdobra ante nossa compreensão surpreendida e perplexa. Certamente em algum lugar do Infinito há vida como a nossa. 

Até o momento contudo fomos incapazes de identidificá-la. Todavia a nulidade de nossas buscas nos leva a algumas reflexões:

A) Nossa concepção de vida precisa ser ampliada. Certamente há vida de outras formas diferentes da que conhecemos.

B) Quando as descobrirmos teremos uma visão mais ampla e mais profunda de nós mesmos e da vida terrestre. Provavelmente saberemos onde estão os remédios para muitos de nossos males.

C) Se o Universo estiver cheio de vida como prevemos, teremos que admitir forçosamente que há um agente externo à matéria que faz a vida surgir, que a estrutura e a faz funcionar.

Se alguns homens ousam acreditar que a nossa vida é um resultado casual do jogo cego da matéria, entendendo-a como um evento aleatório de ínfima probabilidade, não poderão mais resistir à necessidade de abandonar seu conceito matérialista.

Vide o surgimento de novas concepções entre os astrobiólogos:

https://www.bbc.com/portuguese/amp/geral-53776804












quinta-feira, 9 de julho de 2020

Deus e ciência


https://youtu.be/gAqjuR6iou0

O Espiritismo considera a religião cristã sob um ponto de vista mais
elevado. Dá-lhe uma base mais sólida que os milagres; as leis imutáveis de Deus, as quais regem tanto o princípio espiritual quanto o material.
Essa base desafia o tempo e a Ciência, porque virão sancioná-la.

Deus não é menos digno de nossa admiração, de nosso reconhecimento, de nosso respeito, por não ter derrogado Suas leis, grandes
sobretudo por sua imutabilidade. Não há necessidade do sobrenatural
para render a Deus o culto que lhe é devido.

A Natureza não é tão imponente por si mesma, que seja necessário acrescentar, ainda, algo para
provar o Poder Supremo?

A religião encontrará tanto menos incrédulos,
quando todos os pontos forem sancionados pela razão.

 O Cristianismo
não tem nada a perder com essa sanção; ele só tem, ao contrário, a
ganhar. Se alguma coisa o tem prejudicado na opinião de certas pessoas,
é precisamente o abuso do maravilhoso e do sobrenatural.

 Allan Kardec. A Gênese

segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Dez bilhões de planetas semelhantes à Terra

https://canaltech.com.br/espaco/ha-cerca-de-10-bilhoes-de-planetas-semelhantes-a-terra-na-via-lactea-diz-estudo-147087/

Astrônomos têm encontrado alguns planetas que parecem ter água e temperatura superficial ideal para abrigar formas de vida, como é o caso dos mundos que orbitam as estrelas GJ 357 e os planetas da estrela Teegarden. Acontece que podem existir muito mais planetas parecidos com a Terra por aí, e aqui mesmo na nossa galáxia. Pesquisadores da Penn State University usaram dados do telescópio Kepler, da NASA, para estimar o número de planetas semelhantes à Terra na Via Láctea e a conclusão é que há um monte deles.

Publicado esta semana no The Astronomical Journal, o estudo sugere que há um planeta quente e aquoso orbitando uma em cada quatro estrelas semelhantes ao Sol. Isso significa que pode haver até 10 bilhões de mundos semelhantes à Terra em nossa galáxia. Se você estiver se perguntando o que significa "semelhante à Terra", a equipe definiu que se trata de um planeta que tem de três quartos a um e meio o tamanho da Terra, e quando ele orbita sua estrela a cada 237 a 500 dias.
Essa é uma informação muito animadora para a busca por vida alienígena, já que espera-se encontrá-la em lugares com temperatura semelhante à nossa e água em forma líquida. Também é uma descoberta importante porque ajuda os astrônomos a saberem onde procurar, o que poupará tempo e recursos. "Receberemos muito mais retorno do investimento se soubermos quando e onde procurar", disse Eric Ford, professor de astrofísica e co-autor do novo estudo.
“O Kepler descobriu planetas com uma ampla variedade de tamanhos, composições e órbitas”, disse Ford. “Entretanto, simplesmente contar exoplanetas de um determinado tamanho orbital ou distância é enganoso, já que é muito mais difícil encontrar pequenos planetas longe de suas estrelas do que encontrar grandes planetas perto de suas estrelas”.
Para estimar quantos planetas o Kepler poderia ter perdido, os pesquisadores simularam em computador hipotéticos universos de estrelas e planetas, baseados em uma combinação do catálogo de Kepler, além do catélogo da pesquisa das estrelas de nossa galáxia da nave Gaia, da Agência Espacial Européia.
A simulação deu aos cientistas uma noção de quantos exoplanetas em cada universo hipotético o Kepler teria detectado e quais tipos. Eles puderam então comparar esses dados com o que o telescópio Kepler real detectou em nosso universo, e assim estimar a quantidade de planetas do tamanho da Terra orbitam nas zonas habitáveis de suas estrelas.
“Ao comparar os resultados com os planetas catalogados pelo Kepler, caracterizamos a taxa de planetas por estrela e a forma com que isso depende do tamanho do planeta e da distância orbital”, disse Danley Hsu, um estudante de pós-graduação da Penn State e co-autor do trabalho. “Nossa nova abordagem permitiu que a equipe levasse em conta vários efeitos que não foram incluídos em estudos anteriores”.
O próximo passo na busca por vida alienígena é estudar planetas potencialmente habitáveis. "Os cientistas estão particularmente interessados ​​em procurar biomarcadores - moléculas indicativas de vida - nas atmosferas dos planetas aproximadamente do tamanho da Terra", disse Ford