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quarta-feira, 11 de julho de 2018

Duas respostas


Conversávamos com amigos a respeito da validade da afirmativa que define  Australopithecus afarensis na categoria de homem. Este hominídeo viveu entre 4 e 3 milhões de anos atrás. Do ponto de vista da taxonomia, isto é, da classificação dos seres vivos, ele pertence à família hominídeo, ao gênero Australopithecus e à espécie afarensis.

O homem, por sua vez, pertence à família hominídeo, ao gênero homo e à espécie sapiens.

Interessante observar que as espécies de hominídeos (este link aponta para um artigo que enfoca de modo básico, características de alguns hominídeos) cuja evolução situa-se entre o chimpanzé e o homo sapiens encontram-se extintas. Mas existem certamente encarnados e na parte espiritual de em algum planeta (vide interessante artigo sobre esse assunto)

Para construirmos um raciocínio que nos conduza a responder à questão de se o Australopithecus afarensis pode ser chamado de homem, recordemos o conceito de espécie. Espécie é um grupo de seres vivos que se cruzarem entre si produzem um descendente fértil.

É o caso certamente do homem de Neandertal e do Homo Sapiens; se um de nós cruzássemos com um Neandertal do sexo oposto, nasceria certamente um nenê que por sua vez teria a condição de fertilidade; poderia reproduzir também. Essa hipótese é sustentata por indícios de cruza entre o Neandertal e o Homem de Cromagnon.

O Neandertal portanto é da mesma espécie do homo sapiens.

O cruzamento de seres humanos com Australopithecus afarensis, se fosse possível, não resultaria em uma cria fértil. Esta é a razão pela qual não consideramos o australopithecus afarensis um homem.

Outra questão inclusive, esta consta do Livro dos Espíritos, seria quando foi que apareceu o primeiro homem na terra. Com o desenvolvimento da ciência moderna, conquistamos as técnicas de datação de fósseis. Assim podemos identificar o mais antigo homem mais antigo ser da espécie homo sapiens que temos notícias: O Neandertal que apareceu na terra há 350 mil anos.


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